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domingo, 30 de janeiro de 2011

sábado, 22 de janeiro de 2011

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

O Quintal Cultural invade o Jardim Alagoas

No ultimo dia 15/12/2010 o Quintal Cultural em parceria com a RECID ( rede de educação Cidadã) foi realizada na comunidade do jardim Alagoas uma oficina com o tema consumismo.

começamos com alongamento e um exercício de T.O ( Teatro do Oprimido )


Em seguida tivemos a leitura do texto elaborado pela educadora Alyne Sakura.
Onde conhecemos mais sobre assunto, O tema foi jogado para reflexão onde iamos chegar a uma discussão. Cada um dos participantes deram sua opinião. E chegamos a conclusão que o consumismo não é culpa nossa, que mesmos sem querer consumismo até o que não precisamos, e que chega a ser duentil o fato de consumir e consumir sem perceber já compramos muito e gastamos mais do que tínhamos ou podíamos gastar .
Então não compre essa idéia!!!!


A todos que partciparam nosso muito Obrigado!!!


domingo, 31 de outubro de 2010

Oficina no Jardim Alagoas com a Acessoria da equipe do quintal cultural, Alyne Sakura, Rogerio dias e Andreia carvalho

No último dia 27-10-10 a equipe do Quintal Cultural invade o Jardim Alagoas para uma oficina de movimento comunitário tema escolhido pelo o grupo e que por coincidência, era o que a comunidade tava querendo então nos articulamos e a oficina fui um sucesso.

Na oficina teve como ponto principal "dialogar sobre as ações do movimento comunitário e a identidade alagoana" fazendo relação com o empoderamento do movimento popular.

Como sempre, utilizamos para começar uma roda de conversa, que Freire chamava de círculo de cultura, exercícios teatro do oprimido pois consideramos que, especialmente para jovens é mais atrativo pela dinâmica, em seguida alongamento, aquecimento e leitura do texto Manifesto Sururu do Doutor Edson Bezerra, texto poético e sociológico que denuncia um apartaid social entre ricos e pobres e faz uma emocionante defesa da identidade alagoana que nasce na margem da Beira da Lagoa Mundaú.

Depois da leitura do Manifesto realizamos um debate com o tema Tia Marcelina, personagem do texto Manifesto Sururu que sofreu repressão por ser mãe de santo do candomblé, ela foi assassinada.


Foram distribuídas pastas com programação e o texto do manifesto.

Utilizamos no primeiro momento uma área da casa da senhora Rejane e depois invadimos a praça com dinâmicas de grupo, atividades circulares. A maior facilidade é a participação comunitária, a dificuldade nesse foi o tema que causou impacto. A cultura popular e afro-alagoana tem um papel de extrema importância para a construção de uma nova força política na cidade de Maceió que nasce com um outra olhar com o texto do manifesto sururu e da constituição de uma nova estética reascendendo dos guetos a cultura alagoana que vem com força das margens.

Fonte: Quintal Cultural.

Por Gustavo Ferreira